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My Books News

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Duas novelas gráficas lidas: Guinea Pigs e Hélas

Aproveitei o NetGalley para ler algumas novelas gráficas que foram disponibilizadas, sem necessidade de aprovação prévia. Duas delas foram Guinea Pigs e Hélas.

 

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Guinea Pigs de Benacquista Tonino e Barral Nicolas

Esta é uma história de três personagens que se inscrevem como cobaias num teste farmacológico para um novo medicamento, em troca de uma grande quantidade de dinheiro. Em seus testes de admissão, eles escondem seus segredos: um tem perda de memória, outra apresenta-se como  artista, mas carece de competências artísticas, e um terceiro luta com a impotência (ou ao que parece).

A droga tem muitos efeitos secundários e a questão é se são bons ou maus.

O enredo da história é muito bom e envolvente. Eu realmente gostei muito, tanto que fiquei muito frustrada, toda vez que tive que parar de ler, por qualquer motivo.

No entanto, tive um problema sério com o uso de personagens parecida com diversos actores como Leonard Nimoy Meryl Streep e Philip Seymour Hoffman.

Eu acho que é um truque muito desrespeitoso. Um artista é curador do seu trabalho. Usar sua imagem, sem permissão parece-me simplesmente errado.

Ainda assim, recomendo.

 

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Hélas de Hervé Bourhis,Rudy Spiessert e Mathilda

Helás apresenta-nos um mundo governado por animais, em que os seres humanos (uma espécie rara), são caçados.

Capturada por caçadores, a pequena Folha provoca agitação na classe política e científica do país. Um jornalista, Fulgence, e a jovem Leopoldine, uma estudante de ciências, tentam descobrir as razões do interesse que desperta e ajudar Folha a encontrar o seu irmão.

Eu gostei deste livro, a história é estranha e os desenhos são realmente impressionantes, mas o enredo da sociedade secreta, dos seres humanos versus animais, pareceu-me um pouco confusa.


Porém, pelos desenhos e alguns detalhes da história, que achei verdadeiramente surpreendentes, como os momentos em que se referem ao instinto animal, fizeram valer a pena.

Tóxico

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Que triste, que a palavra tóxico seja considerada um reflexo do ano de 2018. A Oxford Dicionaries revela que a pesquisa da palavra teve um aumento de 45%, este ano, associada a diversos contextos (por ordem de frequência):

  • química,
  • masculinidade,
  • substância,
  • gás,
  • ambiental,
  • relacionamento,
  • cultura,
  • desperdício,
  • alga,
  • ar.

Esperemos que seja o reflexo de uma maior consciencialização, que por seu turno, leve à mudança.