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My Books News

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Sue Grafton de A a Y

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Foto: Remembering Author Sue Grafton [RT]


 


 


Para quem como eu, gosta de policiais, o nome Sue Grafton não era desconhecido. Destacava-se pela qualidade e pela particularidade de escolher títulos seguindo o alfabeto e ainda porque, até recentemente, não tinhamos muitas mulheres a escrever policiais.


 


Morreu com 77 anos, a uma letra de terminar.


 


Tive acesso a poucos, mas sempre esteve na minha mente que, um dia, iria percorrer o alfabeto. Alicio-vos a fazer o mesmo:


1. Faz parte do desafio The Rory Gilmore Reading Challenge


2. Sue Grafton gostava de "picar" a misogenia de alguns livros policiais escritos por homens.



 


The conclusion of A is for Alibi is deadly serious. It's an ingenious feminist rewriting of one of the most hateful mystery endings of all time: Mickey Spillane's misogynist masterpiece, I, The Jury. I won't spoil the fun; just think Sigmund Freud and womb imagery triumphantly vanquishing the phallic symbol.


 



 

A minha biblioteca

Este ano ofereceram-me (a meu pedido) um livro que queria muito ter nas minhas estantes, nada menos que Novas Cartas Portuguesas, simplesmente o melhor livro que li nos últimos anos... talvez o melhor de todos os anos.


 


Fiquei a pensar em como a minha biblioteca não reflecte quem sou, como leitora, pelos menos não totalmente. É uma amálgama de livros que fui "apanhando" aqui e ali: compras, trocas, winkingbooks, lojas solidárias, ofertas diversas. 


 


Por isso, tenho muito que ainda não filtrei... era o que julguei que gostaria de ter, num momento ou outro.


 


Daí que muitas das minhas leituras deste ano se destinem a livros que tenho nas estantes, como o propósito de retirar delas o que não quero manter. Não me surpreenderia se acabasse por concluir que há livros pouco interessantes, que devem ser vendidos ou trocados. 


 


E a julgar pelo olho que ontem fui deitando ás estantes, no mínimo será uma leitura diversa. É que há um livro para todos os gostos.

A ler

Na minha colecção de 30 Grandes Génios da Literatura Universal, este é o único livro escrito por uma mulher. Provavelmente distracção do editor, que se deixou enganar pelo pseudónimo de Mary Ann Evans (1819-1880).


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Alfinetadas à parte, nem vos digo quando descobri que George Eliot era um pseudónimo para uma escritora. Seria algo embaraçoso. Há demasiado tempo que está na minha lista de autoras a ler, na verdade por causa de Middlemarch.


 


Mas era O moinho à beira do rio, um calhamaço de 512 páginas, que estava na estante, quando me levantei esta madrugada por causa de uma insónia.

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