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My Books News

My Books News

Curtas literárias

1.


O Presidente da República quer lançar um livro sobre os incêndios [Jornal I]


Eu diria mais, "vai" publicar um livro.


 


2. 


EMPATHY AND KINDNESS FOR NON-READERS [Bookriot]


Este texto fez-me pensar sobre a minha relação com a minha sobrinha não-leitora.


Estou sempre a sentir-me ressentida pelo dinheiro que invisto na compra de livros para ela, e que ela não lê. Mas a verdade, é que raramente esses são pedidos por ela. 


Os livros são uma paixão, mas talvez tenha chegado o momento de deixar de querer obrigá-la a apaixonar-se por eles.


 


3.


BREAKING MY LIBRARY HABIT AND READING MY OWN BOOKS


Não é uma resolução, mas intenção: priveligiar os livros das estantes e não ceder às tentações da minha biblioteca. Mas é tão difícil.


 


4.


26 Books Coming to Film and Television in 2018


Não faltam adaptações interessantes, embora algumas sem data (o que pode significar que não será em 2018). Quero ler Ready Player One de Ernest Cline, mas ficarei muito atenta às adaptações de The Bell Jar, de Sylvia Plath e Bel Canto de Ann Patchett e, claro, Fahrenheit 451 de Ray Bradbury.


 


5.


Sometimes the Most Feminist Thing You Can Do Is Exist as a Woman in Public


E agora quero ler Loitering With Intent de Muriel Spark. E pronto... lá vou eu para a biblioteca. 



Loitering is the act of remaining in a particular public place for a protracted time without any apparent purpose.



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As a teenager, I loved walking. We lived in a rough area of the city, where I was occasionally catcalled, told to stay away from certain streets and to avoid eye contact with groups of boys. At my all-girls’ school, “men in the area” were mentioned as if they were wolves lurking outside the gates. 


(...)


Slowly it sank in, the message that other young women had received loud and clear long ago: This isn’t for you, you’re not safe on the street. Don’t write. Disappear.


 



6. 


30 Aplicações de telemóvel com poesia [Bookriot]


Uma excelente forma de introduzir a poesia no nosso dia-a-dia.

Ursula K. Le Guin (1929-2018)


A minha adolescência teve muita ficção científica, mas era muito jovem e pouco conhecedora, para destacar autores. Lia ficção científica como literatura de escape... para outros mundos.


 


Tanto quanto me recordo, o meu primeiro contacto com Ursula K. Le Guin foi supreendente. Um pequeno livro de bolso - Floresta é o Nome do Mundo - a ser recomendado por Richard Zimmler, no âmbito de uma tertúlia literária?


Foi precisamente isso que aconteceu e desde então, nunca mais me esqueci o nome Ursula K. Le Guin e sempre esperei que a eterna candidada ao Nobel, fosse uma das escolhidas


 


Outra coisa que tinha planeado para este ano, era precisamente começar a ler o ciclo Terramar:



  1. O feiticeiro e a sombra

  2. Os túmulos de Atuan

  3. A praia mais longínqua (National Book Award)

  4. Tehanu, nome de estrela

  5. Num vento diferente


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