Não escondo que considero a Sara (Desabafos Agridoces) uma das minhas bloggers preferidas (de sempre), até não temos a mesma opinião.
O post Eu não vejo género e outras miopias é, seguramente, um dos melhores posts que li em toda a minha vida, combinação perfeita de opinião e referências.
Compras:
Wolf Hall, Hilary Mantel - €5.00
Como água para chocolate, Laura Esquivel - €1.00
Trocas:
Salt: A world history, Mark Kurlansky
Clube de Combate Feminista, Jessica Bennett
O cavalo pálido, Agatha Christie
Porque a vida não são só livros:
Adorei o documentário Cesina Bermudes - Uma Vida Só Não Basta. Cesina Bermundes foi a primeira mulher, em Portugal, a ter um o doutoramento em Medicina. Foi também uma feminista e anti-salazarista.
Há oito anos, a revista Ler chegava ao nº100 e publicava uma lista de 100 livros que, "não é um top, não é um best of - é a descrição da passagem do tempo, de palavras, de referências, de gostos, (...)".
Como não estou para levar com um processo judicial por violar os direitos de autor da Porto Editora, recomendo-vos que procurem a edição numa biblioteca. Realmente é interessante.
O que me surpreendeu foi que reconheci poucos livros. O mesmo com os nomes dos autores (com excepção para os portugueses).
Ora, comparando com a recente lista do The Guardian, em que conhecia quase tudo, nem que fosse o nome do livros e/ou autor/a, parece-me revelador que as minhas leituras são muito influenciadas pelas publicações anglo-saxónicas.
Revi os 80 títulos que li este ano: apenas 5 são de autores/as nacionais e um deles é uma pequena BD, outro um folhetim do Camilo e ainda um conto infantil da Agustina.
As minhas leituras andam muito desequilibradas, pelo menos no que respeita à língua.
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